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É com satisfação que nós do IBGT convidamos a todos a participarem do Seminário Internacional INSOL a ser realizado na Cidade do México, terça-feira, 1 março 2016.

Local: Hyatt Regency Hotel, Campos Elíseos No. 204 Col. Polanco Chapultepec, Cidade do México

Data limite para inscrição antecipada: 18 de janeiro de 2016

O número de inscrições é limitado. Para obter o desconto para inscrição antecipada é recomendável registrar-se o mais cedo possível. Para fazer o download do folheto de registro ou registrar-se on-line, por favor entre no site – https://www.insol.org/page/635/mexico-city-one-day-seminar

Serão abordados temas de relevância na América Latina. O programa é formulado para dar aos participantes um amplo tempo para discutir as questões. Prevemos um debate interessante com a participação de especialistas de diferentes jurisdições. Além disso, haverá tradução simultânea em Inglês e Espanhol.

Para acessar o programa e inscrever-se online, click here.

Se já tivesse sido aprovada, da forma como está sendo proposta atualmente, a nova lei de Falências poderia ter evitado o fechamento de 90% das 45 mil empresas que deixaram de operar em São Paulo no ano passado. O cálculo é do Instituto Brasileiro de Gestão Turnaround (IBGT), que avalia que essas empresas teriam chances reais de sobreviver se tivessem entrado num processo de recuperação conforme proposto pelo texto do relator Osvaldo Biolchi (PMDB-RS). Atualmente, estima-se que, a cada 100 empresas que entram em concordata, 80 acabam fechando suas portas.

A nova lei prevê a extinção do mecanismo da concordata, que, em muitos casos chegava a durar décadas, e insistiu uma negociação entre credores e devedores para recuperar a companhia em dificuldades financeiras. O projeto foi encampado pelo atual governo como uma das reformas necessárias para o País e deve ter prioridade para apreciação no Congresso, segundo o relator, depois de concluída a votação das reformas Tributária e Previdenciária.

Depois de ser aprovada no Congresso e promulgada pela presidência da República, a nova lei deve precisar de cerca de seis meses para começar a surtir efeito sobre o regime falimentar. Essa é a expectativa do secretário de direito econômico do Ministério da Justiça, Daniel Goldberg, que acredita na aprovação do projeto ainda neste ano.

Leis complementares
Apesar de ter desistido de defender a nova Lei de Falências como fator essencial para o recuo dos spreads bancários, a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) pretende lutar politicamente pela aprovação de leis complementares e aperfeiçoar o projeto. Segundo a diretora titular da entidade, Clarice Messer, está sendo defendida a idéia de que sejam permitidos leilões dos créditos tributários ou a criação de fundos dessas dividas para minimizar o impacto da preferência do Fisco ao recebimento de seus créditos.

A sugestão visa a resolver o problema de sucessão da dívida tributária, que desestimula o aporte de recursos para a recuperação da companhia em dificuldades. “O problema é que os maiores valores da dívida são com o Fisco. Ele é a grande amarra à questão”, avaliou a diretora. A Fiesp entende que, mesmo sem trazer impactos de curto prazo ao spread, a nova lei pode abrir as portas ao crescimento econômico sustentado, por meio da melhoria da situação do marco institucional legal. Clarice Messer explicou que o projeto moderniza essa regulação, e dá mais credibilidade ao funcionamento das instituições no País. “Há uma relação forte entre o marco institucional legal vigente e a produtividade das empresas”, ressaltou.

Data de publicação: 11/09/2003
Fonte/Autor: Gazeta Mercantil – Adriana Serrano – InvestNews

IBGT participa do VII Congresso Brasileiro de Fomento Mercantil a ser realizado pela ANFAC – Associação Nacional das Sociedades de Fomento Mercantil – nos dias 20, 21 e 22 de maio de 2004, no Rio de Janeiro, no Othon Palace Hotel.
O evento reunirá cerca de 600 congressistas, representantes de empresas do segmento de fomento mercantil, empresários da indústria e do comércio, advogados, contadores, administradores, economistas e autoridades da mais alta esfera política e socioeconômica do País.

A ANFAC, precursora do factoring no Brasil e há 22 anos vem empreendendo o fomento mercantil, congrega 800 empresas associadas que interagem com mais de 80.000 micros, pequenas e médias empresas-clientes, desenvolvendo importante papel socioeconômico e contribuindo para a sustentabilidade de 2.000.000 de empregos.
Veja o programa completo do evento aqui.

Data de publicação: 07/04/2004
Fonte/Autor: IBGT – ANFAC